sábado, 11 de setembro de 2010

O que vem na cabeça.

                                                          Amor

O que eu posso dizer dele?
Ele chega sem a gente perceber
Faz confusão no corpo todo
e no pisico. então?!
Prefiro nem comentar.
Quando vimos:
Estamos vendo estrelas,
tá caindo canivete
e a gente nem aí.
Nem o vizinho escapa dessa.
Mas é inevitável esse sentimento
Que toma conta de nós e faz
 a vida mais colorida.
O amor verdadeiro ainda existe.
Mas na realidade que está
É melhor deixar passar.
Sair em busca da correspondência
E o príncipe encantado encontrar.
O meu ,coitado ,em algum hospital
em coma deve de estar..
Que você encontre seu grande amor.
E divida com a gente a felicidade
 que é AMAR.

                 

         Antes de mais nada quero dedicar o poema a seguir as  minhas grandes amiguinhas e amiguinho:
Joelma, Bianca, Izabel, Thaís, Luana, Naiara , Matheus e Helena.

                                                            Amizade

Não quero falar o que ela é em si
Mas quero descobrir o valor que há
Busco em meus amigos a resposta para isto.
Mas o que encontro parece não me agradar
Egoísta seria eu.
De não perceber o que ela quer nos mostrar
Nos gestos, episódios e momentos
Que na lembrança hão de ficar.

Pode existir amizade entre o pão e o papel?
Depende do que sua imaginação há de falar.
Cesso a minha busca aqui
Pois posso alguém eu magoar.
Amigas (os) que eu amo tanto.
Há em vocês o que eu possa me acalmar.
Doces e singelos sorrisos
Que pra sempre vou guardar
seja na cuca, no coração ou onde mais
me permitirem.
Das lembranças que eu trago na vida
Vocês são a melhor parte
pra se lembrar .













Bianca e Izabel
Thaís
Helena
Joelma

Naiara
E teteu

A Luana não tem porque não achei foto dela.


                                                                             E agora?

Quando me vejo sentada
olhando as pessoas
Sinto um vazio enorme em mim
Da uma vontade de chorar.
Onde estará você?!
Procuro e procuro
Nessa agonia de não te encontrar
Estou sozinha
Alguém aí pode me ajudar?
Me vejo sem rumo,...
...sem ombro para apoiar.
Meu céu está caindo.
Onde está você?
Me vejo perdida em meio a multidão.
Estou cansando de procurar.

E agora?

Tristeza vá se embora
Não aguento mais guerrear
contra esse monstro invísivel
e inevitável de abalar.
Dou-me fim á vida
que sem você não tem mais graça:
sonhar, imaginar, passar tardes de verão
vendo o pôr-do-sol, lindos campos floridos
e esperar a noite chegar.


Esses poemas foram feitos quando me deitei e estava prestes a dormir, porque as  palavras me perseguem e nos momentos mais silenciosos e gostosos da vida elas aparecem e encantam.
Boa leitura e inspire-se.
***Bjocas***

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